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Auto-Pobre Racing

Stevan Gaipo, o Opala 99 e uma volta em Interlagos. O Modo História acrescenta vaquinha, perrengues de corrida e o sonho de tirar a Blazer da oficina.

Fontes do circuito

Traçado baseado no mapa FIA de 2025; terreno reconstruído com o LiDAR municipal de 2017 e ortofoto de 2020 do GeoSampa. Extensão nominal: 4.309 metros. A geometria, a física, as instalações e a arte de abertura são adaptações para jogo.

A história de Interlagos

A narração do botão História do autódromo foi escrita a partir das páginas de história da Prefeitura de São Paulo (que citam o historiador Paulo Scali), do relato de Ingo Hoffmann ao Projeto Motor, de reportagens do ge, da ESPN e do Terra e dos arquivos da revista Motor Sport. O traçado de 1940 foi redesenhado sobre a ortofoto de 2020 do GeoSampa, onde boa parte do asfalto antigo ainda aparece, e sobre o mapa do circuito de 1977 publicado no Wikimedia Commons (Ahnode, domínio público); onde nada sobrou, é uma estimativa. As fotos vêm do Wikimedia Commons, em domínio público ou sob licenças Creative Commons (CC BY e CC BY-SA, que continuam valendo para elas); autor, licença e alterações de cada uma estão nos créditos das imagens. A voz gravada do narrador é a voz neural Antonio, da Microsoft, gerada com a ferramenta edge-tts (no ritmo dela e numa versão mais rápida); as vozes do próprio navegador continuam no ⚙ do player. Os vídeos e matérias indicados abrem nos sites de origem.

Oval de Curvelo · Circuito dos Cristais

A segunda pista segue o traçado assimétrico publicado pela CBA em agosto de 2024. A NASCAR Brasil informa 1.250 metros e duas curvas. O Circuito dos Cristais descreve uma curva com sobrelevação de 16% e outra com escape e brita. 16% correspondem a aproximadamente 9,09 graus.

O perímetro do modelo é de 1.250 metros. Largura de 14 metros, raios, transições da inclinação, posição da largada, instalações e terreno são aproximações para o jogo. Sem levantamento executivo do oval, a linha central é nivelada e a altitude não é apresentada como dado medido. O circuito misto de Curvelo é outra pista e suas medidas não foram usadas neste oval.

Cascavel, ECPA Piracicaba, Chapecó e Brasília · circuitos da Old Stock Race

Quatro palcos das corridas de Opala da Old Stock Race, reconstruídos só com dados abertos. O traçado vem do OpenStreetMap (© colaboradores do OpenStreetMap, ODbL), com eixo e larguras medidos sobre imagem aérea de 2025 (Esri World Imagery, usada só para a medição e não distribuída). O relevo é o ANADEM (ANA/UFRGS), modelo de terreno de 30 m sem a vegetação, conferido com o Copernicus GLO-30. A cobertura do solo é do ESA WorldCover 2021 (© ESA WorldCover project, CC BY 4.0) e a cor do chão, de uma cena Sentinel-2 de setembro de 2026 (contém dados modificados do Copernicus Sentinel 2026). As edificações ao redor são pegadas do OpenStreetMap e do Microsoft Global ML Building Footprints (ODbL).

Cascavel (Autódromo Internacional Zilmar Beux): 3.058 metros no sentido anti-horário, reta dos boxes de concreto em descida até o Bacião e 46 m de desnível. O pit lane segue o desenho real: entra por uma chicane na reta de trás, passa sob a cobertura das garagens e contorna o Bacião por dentro.

ECPA Piracicaba (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo): sentido horário, anel externo e miolo, com a reta do miolo descendo ao lado da reta principal. O eixo medido tem 1.930 metros; o ECPA divulga 2,1 km. O mapa não foi esticado para a extensão divulgada. O ECPA não tem pit lane mapeado: a faixa dos boxes diante do paddock é fictícia.

Chapecó (Autódromo Internacional Márcio Vaccaro): inaugurado em agosto de 2026 no distrito de Marechal Bormann, a 20 km do centro, ainda não tem imagem aérea da pista pronta. Pelo que a Prefeitura de Chapecó divulgou: 4.004 metros no sentido horário, 12 a 15 m de largura, 12 curvas (sete à direita), retas de 837, 634 e 422 metros, a curva 7 de alta com 517 metros em raio constante e 18,5 m de desnível. O contorno do OpenStreetMap (maio de 2026) foi refinado sobre a cena Sentinel-2 de 23/09/2026, que também mostra o prédio dos boxes do lado de fora da reta principal, onde ficam as garagens do jogo. Os modelos de relevo são de antes da obra: o terreno natural varia 23 m ao longo da pista e o perfil foi ajustado aos 18,5 m publicados. Pit lane, arquibancadas e trechos entre as curvas numeradas são modelagem.

Brasília (Autódromo Internacional Nelson Piquet): reaberto em novembro de 2025 depois da reforma do BRB e palco da abertura da Old Stock Race em março de 2026. Pelo que foi divulgado: 5.384 metros no sentido horário, a pista mais longa em atividade no Brasil, 16 curvas (nove à direita), 15 m de largura na reta de largada e 14 m no resto, retas de 803, 614 e 502 metros e a curva 1 de alta, com 207 metros e 5° de inclinação. O traçado do OpenStreetMap (redesenhado em fevereiro de 2026) foi refinado sobre a imagem aérea de 2025, já com o asfalto novo. O relevo e as construções vêm do Geoportal do Distrito Federal (IDE/DF, SEDUH/GDF): o modelo digital do terreno de 1 metro, as edificações do cadastro territorial com a altura de cada uma (o Estádio Mané Garrincha, o Ginásio Nilson Nelson, as superquadras no horizonte) e as árvores isoladas que a imagem de 2025 ainda mostra; a Torre de TV marca o horizonte. Os boxes ficam por dentro da reta, à direita dos carros, sobre o pátio do prédio antigo, demolido na reforma (os 40 boxes novos estavam previstos para 2026); a numeração das curvas casa a geometria com a contagem oficial, sem planta numerada publicada.

Goiânia (Autódromo Internacional Ayrton Senna): reformado entre 2025 e 2026 para a volta da MotoGP ao Brasil, em março de 2026. Pelo que foi divulgado: 3.835 metros no sentido horário, 14 curvas (nove à direita), 15 m de largura na reta principal e 14 m no resto, a maior reta com 994 metros, precedida de uma curva inclinada, e 30 boxes num prédio novo. O traçado do OpenStreetMap foi refinado sobre a ortofoto de 2016 da Prefeitura, usada só para a medição e não distribuída (o traçado não mudou na reforma). O relevo e as construções vêm do Mapa Fácil da Prefeitura de Goiânia: as curvas de nível de 5 metros, os prédios do autódromo, o número de pavimentos do cadastro imobiliário para a altura das casas e prédios em volta, os edifícios em altura no horizonte e as matas. Os boxes ficam por dentro da reta, à direita dos carros, diante dos dois prédios de garagens; o caimento da curva inclinada e a numeração das curvas, com ápices duplos, são interpretação, sem planta numerada publicada.

Guaratiba (Autódromo Parque de Guaratiba): o autódromo novo do Rio de Janeiro ainda é projeto: apresentado pela Prefeitura do Rio, pela Populous e pela Driven International em novembro de 2025, com obras depois do licenciamento e inauguração prevista para 2028. Pelo que foi divulgado: 4,71 km, 10 curvas e quatro retas, duas delas paralelas, no terreno ao lado da Avenida Dom João VI, perto da estação Mato Alto do BRT. Não há planta publicada: o traçado foi pintado à mão no editor de traçado do jogo sobre o render aéreo oficial do projeto, endireitado para a vista de cima por uma câmera ajustada à ortofoto de 2025 do Instituto Pereira Passos (Prefeitura do Rio), que também traz o limite oficial do terreno; o render e a ortofoto foram usados só para a medição e não são distribuídos. O sentido anti-horário, a largada na reta de dentro, diante do prédio dos boxes, e a curva 10 como o grampo entre as retas paralelas foram lidos no render. O chão é o de hoje, uma baixada a 1 ou 2 metros acima do mar, antes da obra.

Velocitta (Autódromo Velocitta): autódromo numa fazenda a 12 km de Mogi Guaçu, aberto em 2012, com uma pista de muitas montagens: o traçado original (3.493 m, 14 curvas), o de competição (3.443 m, 12 curvas, com a Caipirinha no lugar das curvas 3 e 4 e a Ferradura por fora da última curva), o anel superior e os circuitos curtos ligados pelo "H". O jogo monta todo esse asfalto, a partir das vias do OpenStreetMap refinadas sobre imagem aérea (usada só para a medição e não distribuída), mas corre só o traçado de competição, o da Stock Car, no sentido anti-horário; o resto fica fechado por barreiras, como num fim de semana de corrida. O eixo medido tem 3.331 m, 2,8% menos que o divulgado (o traçado original medido do mesmo jeito fica tão curto quanto), e foi mantido sem esticar para não sair do relevo real (ANADEM). Os nomes da Curva do Guiga, do grampo do Museu, da Curva da Mata e da Curva da Paciência vêm de reportagens; a numeração das curvas foi casada com a geometria.

Nos sete, caimentos, zebras, muros, arquibancadas e a posição do Box 99 são escolhas de modelagem.

Circuitos imaginários. A Chapada dos Sonhos não existe: o traçado corre no alto do paredão da Chapada dos Guimarães (MT), sem guard-rail, sobre o relevo, a mata e o vale reais (ANADEM, Copernicus GLO-30, ESA WorldCover e Sentinel-2). O Autódromo Floripa também não existe: é um circuito de rua pelas ruas e pontes reais do centro de Florianópolis (SC), da Ponte Hercílio Luz à Ponte Colombo Salles. O relevo de 1 metro, as edificações do cadastro, os meios-fios e o fundo do mar vêm do GeoFloripa (Prefeitura de Florianópolis); as ruas e a costa, do OpenStreetMap. O Circuito do Minhocão também não existe: é um circuito de rua pelo centro de São Paulo que passa por cima e por baixo do Elevado Presidente João Goulart e mergulha no túnel sob a Praça Roosevelt; o relevo do LiDAR de 2020, os meios-fios, o tabuleiro medido, as árvores de rua e a cor do chão (ortofoto de 2020) vêm do GeoSampa (Prefeitura de São Paulo), e as ruas e os prédios, do OpenStreetMap. O Circuito da Pampulha também não existe: é um circuito de rua de mais de 20 km pela orla inteira da Lagoa da Pampulha e em volta do Mineirão, em Belo Horizonte (MG), sempre de uma volta só; o relevo do LiDAR de 2015, as edificações com a altura de cada uma, os meios-fios, a lagoa, as pontes e a cor do chão (ortofoto de 2015) vêm do BHGeo (PBH/Prodabel, IDE-BHGeo, CC BY), e as ruas, do OpenStreetMap. Nos quatro, o traçado, os muros, os boxes e as arquibancadas são desenho de jogo.

As corridas têm três voltas por padrão, na normal e na imersiva, em todas as pistas; em Configurações dá para escolher de 1 a 20. Recordes ficam separados por circuito e modalidade: a melhor volta vale em qualquer distância e o tempo de corrida, nas provas de três voltas. Registros antigos continuam em Interlagos.

Chuva no clima Aleatório

Com o clima em Aleatório, a chance de chover segue a cidade de cada circuito: os dias com pelo menos 1 mm de chuva (garoa ou chuva forte) e com pelo menos 10 mm (chuva forte) em cada mês. Nas etapas de campeonato com data, vale o mês da etapa; nas outras corridas, a média do ano. Os números vêm das Normais Climatológicas do Brasil do INMET (1991–2020; 1981–2010 onde a estação não tem a mais nova): São Paulo (Mirante de Santana) para Interlagos e o Minhocão, Brasília, Goiânia, Belo Horizonte para a Pampulha, Curvelo, Chapecó, Florianópolis, Santa Cruz para Guaratiba e Cuiabá para a Chapada dos Sonhos. Em Cascavel, o total do mês é das médias históricas do IDR-Paraná e os dias foram contados na série diária da mesma estação no HidroWeb da ANA (1973–1998). Em Piracicaba, os dias foram contados na Série de Dados Climatológicos do Campus Luiz de Queiroz de Piracicaba, SP, do Departamento de Engenharia de Biossistemas da ESALQ/USP (1991–2020).

Dados no navegador

Modo de jogo, pintura, câmera, volume, silêncio e progresso da oficina ficam somente no armazenamento deste navegador. Depois de Jogar, escolha a pista e o modo: Corrida única, Modo História ou o Campeonato, somando pontos (1º 25 · 2º 20 · 3º 16 … 15º 1): Todas as pistas, com cada autódromo do jogo, Old Stock 2026, nas 8 etapas e datas anunciadas da temporada, ou, no Modo Corrida, Copa Fusca 2026, com o grid inteiro de Fusca nas 11 etapas e datas da Copa Fusca Seineca. Cada um fica salvo neste navegador até terminar. O jogo não possui cadastro, pagamentos, telemetria remota ou ranking on-line. Os recados do celular, adversários e regras cômicas são fictícios.

Renderização: Three.js, sob licença MIT. Arte e modelos preparados a partir das referências do projeto.

Letras dos menus: Roboto Condensed (The Roboto Project Authors), Inter (The Inter Project Authors) e Barlow Condensed (The Barlow Project Authors), todas sob a SIL Open Font License 1.1; as licenças vão junto, na pasta assets/fontes.

Asfalto: Clean Asphalt, de Dimitrios Savva / Poly Haven, sob licença CC0. Desgaste e marcas decorativas foram acrescentados para o jogo.

Sons do motor, dos pneus e dos estouros do escapamento: gravações reais publicadas no Freesound, recortadas em trechos, afinadas e emendadas em loop para o jogo. A aceleração do Opala vem de um BMW M3 de seis cilindros em linha numa pista de pouso (BMWM3_02 e BMWM3_01, de ikbenraar, sob licença CC BY 4.0); a do Fusca, de uma Kombi com o mesmo motor a ar, gravada por dentro (jcharly97, CC0), e de uma Kombi acelerada parada (Volkswagen Type 2_revving up2, de nhaudio, sob licença CC BY 4.0). As marchas lentas são de um Opala 1978 e de um Fusca 1977 de verdade (marfisa, CC0). Os pneus, de um Chrysler em curva e de um Nissan cantando pneu (audible-edge, CC0); os estouros, de modusmogulus (CC0). As buzinas: a do Opala é o par grave e agudo de um Chrysler 1964 (1964 Chrysler Horn Honk (Short), de lonemonk, sob licença CC BY 4.0), parecido com o par da Arno que o Opala e os Dodge brasileiros usavam; a do Fusca é de um Fusca 1974 de verdade (Car Horn, de yfjesse, CC0).